#QuandoAPeleViraArmadura ||
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Um pé na porta
"Havia algo no ar antes mesmo do primeiro acorde. O Gravador Pub não precisava anunciar o que estava prestes a acontecer. Os instrumentos de corda nas paredes, as mesas personalizadas, o palco posicionado como um altar, tudo já havia escolhido o seu lado. Aquela casa não simula rock. Ela o respira.
O público chegou como quem já sabia. Não era uma plateia. Era uma comunidade. Entre risadas e uma ansiedade quieta, havia cumplicidade. Todo mundo ali sabia que estava prestes a ver algo que importa.
Vinicius entrou primeiro. Sozinho.
Nos primeiros arranjos as conversas foram parando. Os olhos foram se voltando pro palco. Tinha um tipo de intensidade naquele som que pedia presença. E quando Lucas, Terra e Yuri entraram e tudo se completou, a sala mudou de composição.
Fúria abriu tudo. E fez jus ao nome.
O som da LUVIT tem peso, mas não é só peso. Tem uma tensão melódica por baixo de tudo, aquele tipo de rock que te segura pela garganta e ao mesmo tempo te puxa pra dentro. Guitarras densas que às vezes lembram o Pearl Jam, às vezes mais Metallica. Uma melodia que dói de um jeito bonito, quase Fresno, só que mais urgente. No conjunto soa único e raro.
As músicas têm ordem, têm intenção. Não é uma coleção de faixas, é uma jornada, e ao vivo isso fica ainda mais claro. Fúria planta a revolta. Eu Venci não celebra, sobrevive. Poeira Estelar leva a algo que é difícil de nomear, uma espécie de esperança que não pede licença. A plateia sentia isso. Via-se nas expressões, nos corpos que iam cedendo ao som, nas pessoas que se entregaram de coração.
Eu que já os tinha visto tocar em outra banda, palco e formação, digo que o que vi é algo realmente autêntico e singular. Lucas cantou como quem finalmente encontrou onde colocar tudo que não cabia. A base do Terra e do Yuri é o tipo de som que ressoa sem você perceber conscientemente mas sentindo no corpo, aquela sensação de que o chão está firme mesmo quando tudo está explodindo ao redor.
A sala saiu diferente de como entrou. Mais leve e mais pesada ao mesmo tempo, que é exatamente o que o rock faz quando é verdadeiro.
Quando a Pele Vira Armadura não é uma estreia que promete. É uma estreia que entrega rock and roll de alma. E aquela noite no Gravador Pub foi a prova de que Porto Alegre tem uma banda nova."


Resenha escrita pelo jornalista Tiago Campiol sobre o show de lançamento do álbum "Quando a pele vira armadura"
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Confira as faixas do álbum "Quando a pele vira armadura" em clipes versão estúdio.

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